sexta-feira, 18 de junho de 2010
TESTANDO NOVO DESIGN
Após muito tempo sem escrever, agora retornando com novo design. Espero poder ter tempo suficiente para colocar matérias interessantes. Obrigado
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Observatório Internacional
OBSERVATÓRIO INTERNACIONAL – Quando fiz a extensão de minha pós-graduação em Gestão de Cooperativas de Crédito, em Montreal, no Canadá, na Escuela de Negócios HEC Montréal, sob a orientação da Coordenadora daquela escola, Sra. Inmaculada Buendía Martinez, tive a oportunidade de ser convidado a participar como interlocutor do “Observatório Internacional de las Cooperativas de Servicios Financieros”, que é uma iniciativa do Centro de Estudos Desjardins em Gestão de Cooperativas de Serviços Financeiros e o Sicoob Brasil. (http://www.hec.ca/centredesjardins). O Observatorio é uma plataforma de informática trilingüe (ingles, frances e espanhol) com o objetivo de compilar as informações existentes sobre o cooperativismo de crédito e fomentar seu conhecimento e análise.
A utilidade do Observatório Internacional está embasada na criação de duas bases de dados: uma sobre as instituições e uma biblioteca virtual. O primeiro componente do Observatório, a base de dados, permitirá se compilar informação qualitativa e quantitativa sobre uma cooperativa de crédito, um organismo de representação delas e uma entidade de supervisão e contrôle. O sistema será preparado para que os dados possam ser exportados em formato excel. O segundo componente, a biblioteca virtual, pretende dar uma solução a escassa dispobilidade de documentos eletronicos especializados sobre as Cooperativas, tendo como principais funções o armazenamento, a conservação, a difusão e a acessibilidade a seus usuários de documentos eletronicos que tratem ou provenham das cooperativas e/ou de seu contexto desde uma perspectiva internacional.
Atualmente estão importando dados, até que seja formada uma base de dados completa, em forma de fichas específicas para estudos, e obtendo todas as informações possíveis sobre livros, informes de responsabilidade social, informações anuais, publicações periódicas, etc, no nosso caso, dados do Bancoob, da Confederação Sicoob Brasil, das Centrais e de suas Cooperativas.
É um projeto audacioso e que após concretizado, permitirá que todos acessem as mais variadas informaçoes sobre as cooperativas de crédito de todas as partes do mundo. Nós nos prontificamos a colaborar. Quem quiser saber mais sobre o Observatório, deve acessar o site disponível acima.
Agradeço a nossa Confederação pela confiança em mim depositada, e a Sra. Inmaculada, pela atenção que nos dedicou durante nossa estada no Canadá, além de todas as informações prestadas.
A utilidade do Observatório Internacional está embasada na criação de duas bases de dados: uma sobre as instituições e uma biblioteca virtual. O primeiro componente do Observatório, a base de dados, permitirá se compilar informação qualitativa e quantitativa sobre uma cooperativa de crédito, um organismo de representação delas e uma entidade de supervisão e contrôle. O sistema será preparado para que os dados possam ser exportados em formato excel. O segundo componente, a biblioteca virtual, pretende dar uma solução a escassa dispobilidade de documentos eletronicos especializados sobre as Cooperativas, tendo como principais funções o armazenamento, a conservação, a difusão e a acessibilidade a seus usuários de documentos eletronicos que tratem ou provenham das cooperativas e/ou de seu contexto desde uma perspectiva internacional.
Atualmente estão importando dados, até que seja formada uma base de dados completa, em forma de fichas específicas para estudos, e obtendo todas as informações possíveis sobre livros, informes de responsabilidade social, informações anuais, publicações periódicas, etc, no nosso caso, dados do Bancoob, da Confederação Sicoob Brasil, das Centrais e de suas Cooperativas.
É um projeto audacioso e que após concretizado, permitirá que todos acessem as mais variadas informaçoes sobre as cooperativas de crédito de todas as partes do mundo. Nós nos prontificamos a colaborar. Quem quiser saber mais sobre o Observatório, deve acessar o site disponível acima.
Agradeço a nossa Confederação pela confiança em mim depositada, e a Sra. Inmaculada, pela atenção que nos dedicou durante nossa estada no Canadá, além de todas as informações prestadas.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Gestão Temerária
GESTÃO TEMERÁRIA - A Gestão Temerária que convenhamos, alguns dirigentes não levam o assunto muito a sério, é um tema muito importante, vez que põe em risco uma entidade financeira que são as cooperativas de crédito, levando os administradores a incorrerem nas penas (inclusive de reclusão) previstas na Lei nº 7.492/86 – Lei do Colarinho Branco, que dispõe sobre os crimes contra o SFN - Sistema Financeiro Nacional. No SFN temos a presença do Risco Sistêmico, que pode ser abordado sobre vários aspectos, levando não só a entidade mal gerida, como todas as demais cooperativas de crédito que fazem parte de determinado sistema, a sofrerem abalos. Vejamos, se “quebra” uma indústria, apenas seus sócios ou acionistas é que geralmente são prejudicados, mas, no caso do cooperativismo, temos visto exemplos de problemas acontecidos num Estado, respingarem em cooperativas que nada tem haver com o ocorrido em lugares bem distantes. A mídia hoje é um meio eficaz e rápido na divulgação dos fatos. Pensando na solidez é importante que as Centrais se preocupem em cobrar das cooperativas a atuação dentro dos normativos e, quando cabíveis aplicar sanções. Nos casos relevantes, obrigatoriamente, fazerem as comunicações diretamente ao Bacen, conforme determina o Comunicado nº 10.968 e Circular nº 3.400/08, ambas do Bacen. Considero importantíssimo a leitura da Resolução nº 3.442/07. Agora, mais importante ainda, é que as pessoas encarregadas de gerir as cooperativas de crédito, que se capacitem, se profissionalizem, porque o mercado financeiro está altamente competitivo, e erros praticados, tais como pagamento de altas taxas de captação, empréstimos mal concedidos sem uma análise prévia de um comitê de crédito, contratos mal formalizados, garantias insuficientes, falta de capacidade de pagamento, etc, não podem ser aceitos em hipótese alguma, mesmo que alguém alegue que não tem escolaridade suficiente para ler e entender os normativos vigentes. O cooperativismo de crédito exige permanente aprimoramento para atendimento dos constantes normativos editados. Quando forem ler as normas, que o façam com a intenção de melhor entendê-la para melhor aplicá-la, e não ao contrário. Pense nisso.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Livre Admissão
LIVRE ADMISSÃO - Em 28.02.07, o Bacen editou a Resolução nº 3.442. Foi um avanço normativo que acatou várias reivindicações do cooperativismo de crédito. Li novamente a citada resolução, tentando achar em suas entrelinhas um meio legal de se criar cooperativas de livre admissão nas Capitais. Observei o artigo 12, inciso VI - que dá a abertura para a livre admissão; o artigo 14, inciso I - que autoriza a constituição em área que não exceda a trezentos mil habitantes; o artigo 27, inciso IV - a), que determina que a cooperativa singular constituída de acordo com o estabelecido no artigo 14, inciso I, tenha uma integralização inicial de capital de R$ 20 mil e PR - Patrimônio de Referência de R$ 250 mil após quatro anos da data da autorização para funcionamento; e o artigo 27, inciso V - a), que limita o PR em R$ 3 milhões, para cooperativas já em funcionamento que pleiteiem a sua transformação para livre admissão, nos casos em que a área de atuação apresente população acima de 300 mil e até 750 mil habitantes. Fiz todas estas referências para chegar ao ponto que eu queria. Vejamos uma capital como Florianópolis, que segundo o IBGE, na contagem de 2007 apresentou uma população de 396.723habitantes. Se, formos esperar que uma cooperativa singular atinja um PR dessa envergadura, numa região urbana, aqui ou em qualquer outra do nosso País, nasça como segmentada, agregue associados e através de capitalização e/ou sobras chegue a um PR de R$ 3 milhões, vai demorar muito. Segundo se sabe, o Governo Federal pretende atingir a população menos favorecida, com os benefícios e vantagens de uma entidade financeira, e sabemos que a melhor opção é uma cooperativa de crédito, então, porque, não é feito como eu observei em Montreal e Quebec no Canadá, ser concedida autorização para criação de cooperativas por comunidade. Lá, visitamos uma cooperativa de portugueses ou descendentes que viviam naquela região. Reservada as peculiaridas, é o mesmo que nós temos hoje com as cooperativas segmentadas (por atividade profissional). Voltando ao nosso exemplo, a capital Florianópolis, vejamos, tem várias localidades dentro da ilha, tais como os lugares denominados Ingleses, Canasvieiras, Campeche, etc, cada uma com uma razoável quantidade de habitantes. Estimo que Ingleses deva ter uns 20.000 habitantes fixos. Imagino, quanto seria útil e produtiva, a constituição de uma Cooperativa de Crédito de Livre Admissão dos moradores de Ingleses? De Canasvieiras? do Campeche, e assim sucessivamente. Agora, reflita comigo, e leve este exemplo para São Paulo, Salvador, João Pessoa, Fortaleza. Tenho certeza que o cooperativismo de crédito, bem orientado ajudaria no desenvolvimento humano, econômico e social dessas regiões.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
SICOOB
O Cooperativismo tem mais de 800 milhões de associados no mundo e cresce a passos largos também no Brasil e em Santa Catarina. As cooperativas de crédito começam a ser descobertas, por pessoas físicas e jurídicas como uma ótima opção ao sistema bancário, pois oferecem muito mais vantagens. Numa cooperativa o lucro, que é chamado de sobras, é distribuído entre os associados. Váras tarifas não são cobradas e as taxas de juros são bem acessíveis. O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil - Sicoob - tem hoje 1,6 milhão de associados. É o maior do país no segmento. Em SC também lidera, com 44 cooperativas e 234 mil associados, presentes em 184 municípios (63%), com 284 pontos de atendimento. Em junho os depósitos totais atingiram mais de 1 bilhão de reais e as Operações de crédito somam algo em torno de 850 milhões. O cooperativismo de crédito é baseado em princípios de solidariedade e justiça social. Estudos comprovam que as cidades brasileiras que possuem cooperativas de crédito apresentam um maior Índice de Desenvolvimento Humano - IDH. O cooperativismo de crédito é um sistema democrático, que alia a inclusão social ao processo de desenvolvimento econômico, onde o associado e, ao mesmo tempo, cliente e dono do próprio negócio.
domingo, 3 de agosto de 2008
Concred
Concred é um congresso brasileiro de cooperativas de crédito, editado a cada dois anos pela Confebrás. Este ano ele foi realizado em Fortaleza, levado pelo corajoso João Feitoza Neto, Presidente da Sicoob Central NE, com sede em João Pessoa. Eu disse corajoso, porque todos sabem que um congresso tem custos elevados, mas, isso não impediu que o pessoal do Nordeste o levassem para lá. Conhecendo o desprendimento do Feitoza, sei que todo este esforço foi no sentido de incentivar e disseminar a cultura do cooperativismo de crédito no nordeste. Acho que o MDA - Ministério de Desenvolvimento Agrário e MTE - Ministério do Trabalho e Emprego, deveriam dispor de seus recursos com a finalidade de promover a cultura do crédito cooperativo naquela região, porque nós sabemos, que quando isso acontecer, a exemplo do Sul do Brasil, será mais uma contribuição para desenvolvimento da região e das pessoas. O Cooperativismo, a mutualidade do crédito cooperativo, é uma das melhores formas de ajudar no desenvolvimento das pessoas. Sigam o exemplo do Feitoza, vale a pena.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Novo Projeto de Lei
O Governo Federal encaminhou um Projeto de Lei propondo alterar a Lei nº 5764/71, Lei do Cooperativismo, no qual procura normatizar os diversos segmentos do Cooperativismo. É importante esta decisão, porque esta Lei já tem 37 anos, e algumas coisas são atuais, muitas atualizações realmente precisam ser feitas. Apenas um detalhe muito importante que acho merece destaque especial. Vejamos, se hoje se fala em unir os dois bancos cooperativos, unir os vários sistemas cooperativos, unir as áreas de tecnologias, criar um único Fundo Garantidor de Crédito, como já foi criado o CNAC - um único sistema de auditorias, porque, repito porque, pretendem quebrar a "unicidade", abrindo espaço para que sejam criados outros órgãos controladores do sistema cooperativo além da OCB - Organização das Cooperativas Brasileiras? Esta abertura proposta não está na "contramão" da história e, pior, permitindo que grupos formem entidades paralelas prejudicando uma qualidade e contrôle da auto-gestão de cooperativas conseguida com tanto sacrifício ao longo dos anos?
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